BABAGALE BALDÉ ESTREIA-SE NA BALIZA DO CARTAXO COM VITÓRIA 3-0

Partilhar está notícia nas redes sociais.

O guarda-redes guineense Babagale Malam Baldé (B. Baldé) estreou-se neste domingo, 21 de Janeiro 2018, como titular na vitória do Sport Lisboa e Cartaxo por 3-0 diante dos Empregados Comércio, a partida contava para a 14.ª jornada do campeonato da 1.ª Divisão da Associação de Futebol de Santarém.

O jovem atleta que trocou na última semana o Real Massamá para Sport Lisboa e Cartaxo, como tinha noticiado o portal desportivo nacional, O Golo GB. Baldé foi o dono da baliza cartaxense no jogo disputado no Estádio Municipal do Cartaxo, onde o também conhecido por Neuer [pela boa referência que tem pelo guarda-redes alemão] na Guiné-Bissau, realizou uma excelente exibição.

“Para mim é um orgulho, sendo o meu primeiro jogo oficial numa equipa sénior desde que cheguei a Europa, onde estive muito bem na baliza durante os 90 minutos da partida, com uma vitória importante por três bolas a zero”, explica o guarda-redes a redação de O Golo GB, numa conversa telefónica.

Numa partida onde vários guineenses estiveram em destaque, como é o caso de João Amoná [ex-Académica B e Atlético Clube de Portugal] que jogou como defesa central, impedindo com garra a penetração dos adversários. E por outro lado, o ponta de lança Midana Poquena [ex-Marítimo B] foi o autor do primeiro golo da partida, assim como participou no encontro o extremo Tcherno Baldé, todos como titulares, exceto o Ricardo Cá que recupera de uma lesão.

No final do jogo, os dois guineenses do setor defensivo dos cartaxenses, nomeadamente, Babagale Malam Baldé e João Amoná receberam elogios do experiente ponta de lança dos Empregados Comércio, o brasileiro Alex Santos de 36 anos de idade, que já soma 4 golos em 5 jogos disputados, conta os mesmos à redação de O Golo GB.

Recorde-se que numa entrevista ao portal O Golo GB, o jovem guarda-redes nascido em Mansoa revelou que o seu sonho é trabalhar arduamente para um dia representar as cores nacionais, ou seja, os ‘Djurtus’.

Por: Sene Camará