LIGA DOS CAMPEÕES: BENFICA HUMILHADA POR 10-0 E ESTÁ PRATICAMENTE FORA DA COMPETIÇÃO

Partilhar está notícia nas redes sociais.

Sport Bissau e Benfica foi humilhada, este sábado (10/02), em Marrocos à moda antiga, por um expressivo de 10 à 0 e está praticamente fora da competição.

O jogo contava para a primeira mão da pré eliminatória para a fase de grupos de liga dos campeões africano, e foi realizado no estádio de “BEN AHMED EL ABDI” com capacidade de 15 mil espectadores, na qual o avançado da equipa marroquina, Ahaddad foi a figura do encontro e fez uma “manita” violando a baliza defendida por Filipe Carubo Manga em cinco ocasiões.

O jogo que teve apenas um sentido único e logo aos quatro minutos do encontro El Jadida abriu o marcador por intermédio de N`diaye.

A cortina defensiva de águias de Bissau coordenado por Camará e Siaca mostrou uma grande fragilidade permitindo a penetração dos adversários. Na verdade, Benfica tentou reagir ao golo madrugador e subiu no terreno a procura de golo de empate através de algumas envestidas ofensivas.

Mas contudo, Difaa El Jadida esteve por cima do todo o encontro graças ao bom nível individual dos seus atletas e da sua colectividade.

As águias de capital foram apáticos e com falta de ritmo e experiencia nas competições internacionais e com péssimas condições físicas.

Aos 24 minutos Ahaddad aumentou a vantagem na transformação de uma grande penalidade, abrindo o livro na qual escreveu o seu nome por cinco vezes, marcando ainda aos 27, 38, 43 e 47 minutos.

Na primeira parte Benfica já perdia por 6 bolas a zero na qual Msuva apontou o ultimo golo aos 45 minutos. Na segunda parte Jadida marcou ainda 4 golos por intermédio de Ahaddad aos 47 minutos, Magri aos 55 e aos 73 e 87 minutos.

As informações disponíveis apontam para dia 16 ou 18 deste mês a segunda mão em Bissau, na qual os encarnados so vão cumprir o calendário, na qual só milagre poderá ditar a passagem de Benfica de Bissau. E precisará de vencer por 11 bolas a zero para poder estar na próxima fase da competição milionária.

Por: Alcene Sidibé